ENUJAB 2015 – Jovens em OrAção

Como expressão de um sonho que se tornou realidade, a juventude da IEAB reuniu-se nos dia 4 a 7 de setembro, em Brasília, para a realização do Encontro Nacional da União da Juventude Anglicana – ENUJAB 2015. Contando com a participação de 250 jovens de todas as Dioceses e do Distrito Missionário, os quatro dias de encontro permitiram com que cada participante pudesse se encontrar com Deus e assumir o compromisso de, juntos, fortalecer o trabalho da juventude a nível provincial.

A realização do encontro aconteceu devido ao esforço provincial de transformar a juventude da igreja em uma de suas prioridades. A partir disso, um Grupo de Trabalho (GT) da Juventude foi criado, composto por Revda. Tatiana Ribeiro (DAB), Revdo. Jordan Santos (DSO), Dominique Lima (DAR), Débora Del Nero (DASP) e Pedro Andrade (DAP), e foi responsável por pensar a realização do encontro e buscar maneiras de transformar o sonho da juventude reunida em realidade. Assim, após uma série de reuniões e contando com o apoio do SADD, da Us, da JUNET e da Província da IEAB, além da colaboração de todos os jovens das dioceses, o ENUJAB 2015 finalmente se concretizou.

Oficina de Identidade Anglicana
Inspirados pelos painéis de Acolhida e Serviço, os jovens foram divididos em oficinas, cujos temas eram: Bíblia, Comunicação, Dança Litúrgica, Arte Sacra, Identidade Anglicana, Diaconia, Vocação, Unidade na Diversidade, Liturgia e Responsabilidade Cristã. As oficinas foram enriquecidas pela colaboração de leigos, clérigos e bispos, que se dedicaram a refletir com os participantes a importância da presença da juventude em todas essas esferas da Igreja e da ação missionária da IEAB.

Os estudos bíblicos e os momentos litúrgicos também foram importantes momentos de espiritualidade e conexão com Deus e de integração entre os jovens das mais diversas realidades anglicanas presentes no Brasil inteiro. A tradição se aliou ao contemporâneo, mostrando que a juventude é capaz de expressar seu louvor de maneira criativa, sem esquecer a identidade anglicana.

A noite do dia 6 de setembro foi marcada pela expressão artística e cultural de cada uma das dioceses, que criaram apresentações musicais, recitais e teatrais que representam a diversidade cultural do nosso país. Embalados por sertanejo, samba, frevo, maracatu, carimbó e outros ritmos regionais, a juventude celebrou a última noite do encontro com muita alegria e festa.

O encontro foi finalizado com uma emocionante celebração de envio, com a apresentação do Credo Contemporâneo da Juventude Anglicana (clique aqui) elaborado pelos próprios jovens ao longo do encontro.

A especial presença de jovens de Moçambique, Angola e Portugal que, juntamente com o Brasil, compõem a Rede Lusófona, foi uma oportunidade de estimular a partilha e a integração entre nossos irmãos e irmãs de fala portuguesa, reconhecendo-nos enquanto membros de um mesmo Corpo apesar das diferenças culturais de cada país. Além deles, o ENUJAB 2015 também contou com a presença de jovens de Gana, cuja diocese tem parceria com a Diocese Sul Ocidental e Rachel Parry, da Inglaterra, representando a Us, e jovens representantes da 9ª Província, dos países de Honduras e Republica Dominicana.

De tudo que foi vivenciado, ficou o sentimento de pertença dos jovens, a certeza de que a juventude é o presente da Igreja, conforme afirma a Carta da Juventude (clique aqui), a integração entre os jovens e a partilha dos sonhos e compromissos de cada um deles de dizer SIM ao chamado e reconhecer a vocação de cada um enquanto membro ativo da Igreja e da construção do Reino de Deus.

O apoio do Clero e dos Bispos da Igreja (clique aqui) também reforçou o sentimento de empoderamento da juventude, que sai do encontro com o fortalecimento do compromisso com a IEAB a partir do Curso de Formação de Lideranças e com o Projeto Missionário “Jovens em Ação”, (em breve noticias sobre este).

Cada vez mais com a certeza de que “Igreja a gente vive com paixão”, o ENUJAB 2015 foi um momento de rearticulação do trabalho da juventude, quando novamente os jovens se entregaram para o serviço com a força e vitalidade que lhes é peculiar, fazendo a voz jovem ecoar na caminhada de fé da IEAB.

Foto Ofcial do ENUJAB 2015

JOVENS DA IEAB ESCREVEM NOTA DE REPUDIO CONTRA A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL

4_maioridade penal

“… Eu vos escolhi, jovens, porque sois fortes, e a Palavra de Deus está em vós…” (I João 2:14).

Nós, jovens da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil – IEAB, abaixo assinados, repudiamos a decisão proferida na última terça-feira (31 de março) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados autorizando que a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 171/93 siga seu trâmite legislativo normal no Congresso Nacional. A PEC em questão tem como objeto reduzir a maioridade penal dos atuais 18 para os 16 anos de idade.

Em primeiro lugar, a medida em questão é constitucionalmente inviável, uma vez que compromete direitos e garantias individuais previstos na Constituição Federal de 1988, como os dos artigos 227 e 228, os quais reconhecem as crianças e os adolescentes como pessoas em condição peculiar de desenvolvimento, inimputabilidade penal, e estabelecem que as medidas de responsabilização por atos infracionais devem ser específicas, não integradas ao código penal. O artigo 60 da Constituição define que é inadmissível emenda tendente a abolir esses direitos e garantias, a menos que seja convocada nova Assembleia Constituinte.

Além de desrespeitar a Constituição Federal, a proposição em questão vai contra a Doutrina da Proteção Integral do Direito Brasileiro, a qual exige que os direitos humanos de crianças e adolescentes sejam respeitados e garantidos de forma integral e integrada às políticas de natureza universal, protetiva e socioeducativa. Vai contra a Convenção sobre os Direitos da Criança e do Adolescente da Organização das Nações Unidas (ONU) e a Declaração Internacional dos Direitos da Criança compromissos assinados pelo Brasil.
Ainda que diferentes interpretações doutrinárias entendam que seja possível atacar esses direitos fundamentais por meio de emenda constitucional, entendemos que a redução da maioridade penal não atinge o problema da segurança pública em seu cerne e tem, na realidade, o potencial de aumentar os índices de violência.

É importante destacar que os menores que cometem crimes violentos estão ou nas grandes periferias ou na rota do tráfico de drogas e são vítimas dessa realidade. Atualmente, roubos e atividades relacionadas ao tráfico de drogas representam 38% e 27% dos atos infracionais, respectivamente, de acordo com o levantamento da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente. Já os homicídios não chegam a 1% dos crimes cometidos entre jovens de 16 e 18 anos.

Segundo a Unicef, o Fundo das Nações Unidas para a Infância da ONU, dos 21 milhões de adolescentes brasileiros, apenas 0,013% cometeu atos contra a vida. Por outro lado, são os jovens (de 15 a 29 anos) as maiores vítimas da violência. Em 2012, entre os 56 mil homicídios em solo brasileiro, 30 mil eram jovens, em sua maioria, negros e pobres.
Os homicídios de crianças e adolescentes brasileiros cresceram vertiginosamente nas últimas décadas: 346% entre 1980 e 2010. De 1981 a 2010, mais de 176 mil foram mortos e só em 2010, o número foi de 8.686 crianças e adolescentes assassinadas, ou seja, 24 POR DIA!

O argumento de defensores da PEC 171 de que os adolescentes estão à margem de qualquer responsabilização por suas infrações não corresponde à realidade. No Brasil, a partir dos 12 anos, adolescentes infratores cumprem medidas socioeducativas em unidades específicas de internação, que têm como objetivo evitar que estes reincidam, tendo sucesso em mais de 80% dos casos. Incluídos no sistema carcerário, onde não conquistamos o objetivo de promover a recuperação e a ressocialização dos detentos, os adolescentes estarão sujeitos às taxas de reincidências observadas neste sistema, que ultrapassam 70%. Nenhum tipo de experiência na cadeia pode contribuir com o processo de reeducação e reintegração dos jovens na sociedade.

Dados do Ministério da Justiça (MJ) mostram que entre janeiro de 1992 e junho de 2013 o número de pessoas presas aumentou 403,5% no Brasil, nos transformando na quarta nação com maior população carcerária do mundo. Essa superlotação em tempo recorde não reduziu a violência, ao contrário. Entre 2002 e 2012, o número total de homicídios registrados pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, passou de 49.695 para 56.337 ao ano, tendo entre os jovens o maior número de vítimas. Nos casos em que crianças ou adolescente são as vítimas de homicídios, o crescimento foi ainda maior, chegando a 346% entre 1980 e 2010. Esses sim são os números que deveriam nos alarmar e nos mobilizar a buscar soluções.

Experiências internacionais demonstram que nos 54 países que reduziram a maioridade penal não se registrou redução da violência. Recentemente, diante do insucesso da medida, Espanha e Alemanha revogaram a redução da maioridade penal para menores de 18 anos.

O adolescente marginalizado não surge ao acaso. Ele é fruto de um estado de injustiça social que gera e agrava a pobreza em que sobrevive grande parte da população. A marginalidade torna-se uma prática moldada pelas condições sociais e históricas em que as pessoas vivem.

O Estatuto da Criança e do Adolescente, em seu artigo 4º, enfatiza a função da sociedade no trato da juventude: “É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do Poder Público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária”.
Reduzir a maioridade é transferir o problema. Para o Estado é mais fácil prender do que educar. A educação é fundamental para qualquer indivíduo se tornar um cidadão, mas é realidade que no Brasil muitos jovens pobres são excluídos deste processo. Puni-los com o encarceramento é tirar a chance de se tornarem cidadãos conscientes de direitos e deveres, é assumir que falhamos como sociedade em lhes assegurar esse direito básico que é a educação.

Assim como não é moralmente aceitável que os pais e as mães abandonem seus filhos e filhas, fere princípios éticos uma nação simplesmente desistir de sua infância e juventude. Jogar nossos adolescentes em conflito com a lei dentro das cadeias só vai torna-los ainda mais invisíveis.

O que devemos aos e às adolescentes brasileiros é a capacidade, como País, de assegurarmos a eles e elas formação de projetos de vida baseados nos valores da solidariedade e do respeito mútuo, em que possam contribuir com a sociedade estando a salvo da violência.

Deixar na margem e desconsiderar totalmente a discussão sobre os motivos que adolescentes e jovens da mesma classe social, mesmas regiões e basicamente com os mesmos atributos físicos e étnicos são condicionados a cometer delinquências é fechar os olhos para as causas e tomar medidas a partir dos efeitos colaterais.

Como jovens da IEAB, lembramos duas das Marcas da Missão Anglicana que diz: *Testemunha para todo o povo o amor de Cristo, que reconcilia, salva e perdoa; *Desafia a injustiça, a opressão e a violência. Precisamos defender a vida, a transformação de vidas, e não desistir destas vidas, entregando-as a um sistema prisional que não resgata ninguém. Precisamos dar um testemunho de compromisso com nossa juventude. Nesta Sexta-feira Santa, não lavemos nossas mãos diante de uma juventude que sofre e morre todos os dias, vítima da violência, da ganância e do descaso, assumamos nosso compromisso com a vida!

Alex Barata da Silva – Diocese Anglicana da Amazônia
Alexandre Bruno de Sousa da Silva – Distrito Missionário Anglicano
Anderson Soares da Silva – Diocese Anglicana do Recife
Arthur Cavalcante – Diocese Anglicana de São Paulo
Carmen Andrea Blass – Diocese Anglicana de Pelotas
Clarissa Duarte Gomes – Diocese Anglicana de Curitiba
Claudio de Souza Linhares – Diocese Anglicana do Recife
Daniel Souza – Diocese Anglicana de São Paulo
Darlan Fernandes – Diocese Sul-Ocidental
Denise Duarte Gomes – Diocese Anglicana de Curitiba
Diana da Costa Linhares – Diocese Anglicana do Recife
Diorgenes Yuri da Rosa – Diocese Anglicana de Pelotas
Dominique Lima – Diocese Anglicana do Recife
Elineide Ferreira – Distrito Missionário Anglicano
Elizah Afonso – Diocese Meridional
Emerson Peixoto – Diocese Anglicana de Curitiba
Frederiko Luz – Diocese Anglicana de Brasília
Gabriel José da Silva e Souza – Diocese Anglicana da Amazônia
Gabriele Paula da Silva e Souza – Diocese Anglicana da Amazônia
Gisele Alzeman – Diocese Anglicana do Rio de Janeiro
Giselle Gomes da Silva Souza – Diocese Anglicana do Recife
Gregorio Oiveira – Diocese Anglicana de Curitiba
Gustavo Correia Alves da Silva – Diocese Anglicana do Recife – DAR
Heitor Cova Gama – Diocese Anglicana de Brasília
Hugo Armando Sanchez – Distrito Missionário Anglicano
Ismenia Garcia Ferreira de Andrade – Diocese Anglicana de Brasília
Izaias Torquato – Diocese Anglicana do Recife
Jessica Aline  Rosa – Diocese Anglicana de Pelotas
Joaquim Lucas Monard Pereira – Diocese Anglicana da Amazônia
Jordan Brasil dos Santos – Diocese Sul-Ocidental
Joseane Paula da Silva – Diocese Anglicana da Amazônia
Julia Alves Porto – Diocese Anglicana de Brasília
Julio César Pereira da Silva Junior – Diocese Anglicana do Recife – DAR
Laís Patricia de Oliveira Santos – Diocese Anglicana do Recife – DAR
Lilian Conceição da Silva Pessoa de Lira – Diocese Anglicana do Recife
Lilian Pereira da Costa Linhares – Diocese Anglicana do Recife
Linneu de Rezende Haldermann – Diocese Anglicana do Rio de Janeiro
Lucas Correia – Diocese Anglicana de Brasília
Lucas Correia de Andrade – Diocese Anglicana de Brasília
Luciana Sousa – Diocese Anglicana de Brasília
Luís Alves Porto – Diocese Anglicana de Brasília
Marcos Vinicius Bessa – Diocese Anglicana de Brasília
Maria Claudia Gastal de Castro Ramos – Diocese Meridional
Maria Cunha Valente – Diocese Anglicana de Brasília
Marina Ester Pereira dos Prazeres – Diocese Anglicana do Recife
Mikael André Miranda dos Santos – Diocese Anglicana da Amazônia
Nayann Tainá Borges Santana – Diocese Anglicana de Brasília
NayannTainá Borges Santana – Diocese Anglicana de Brasília
Paula Cristina Alves – Diocese Sul-Ocidental
Pedro Correia de Andrade – Diocese Anglicana de Pelotas
Pedro Rodrigo da Silva – Diocese Anglicana do Recife
Pollianny Ramos Lopes – Diocese Anglicana do Recife
Raiana Camila Rodrigues Bezerra –  Diocese Anglicana do Recife
Rejanne Cristina Souza Sanchez – Distrito Missionário Anglicano
Renata Nunes – Diocese Anglicana de Pelotas
Ricardo Santos – Diocese Anglicana do Recife
Robert Adan Costa Silva – Distrito Missionário Anglicano
Rodrigo Gonçalves Souza – Diocese Anglicana de Brasília
Ruth Schwegmann Fielding de Barros – Diocese Anglicana da Amazônia
Samanta Ribeiro Bottega – Diocese Sul-Ocidental
Tatiana Ribeiro – Diocese Anglicana de Brasília
Tatiane Cosme – Diocese Anglicana do Recife
Tatiane Vidal – Diocese Meridional
Thiago Correia de Andrade – Diocese Anglicana de Brasília
Thiago Rocha Montenegro – Diocese Anglicana de Brasília
Thomas Schwegmann Fielding de Barros – Diocese Anglicana da Amazônia
Tiago Ludugerio da Silva Diocese Anglicana do Recife
Victo Hugo de Oliveira Marques – Distrito Missionário Anglicano
Vladimir Ernesto de Souza Sanchez – Distrito Missionário Anglicano

 

ENUJAB/2015- “Acolher e Servir: Jovem em (Or)Ação”

Nos dias 03 a 05 de outubro, o GT Juventude esteve reunido em Brasília, para sua segunda reunião. Com o desafio de revitalizar o ministério da juventude na IEAB, este GT esta organizando mais um ENUJAB (Encontro Nacional da Juventude Anglicana do Brasil) e uma proposta de 5 estudos para a juventude.

ENUJAB/2015

O ENUJAB tem como objetivo unir jovens de todas as comunidades da IEAB, para juntos estudar a Bíblia, orar, comungar da mesma fé e alegria!

O ENUJAB/2015, terá como mote: “Acolher e Servir: Jovem em Oração”; a cidade ainda está sendo decidida, pois dependerá do local e do orçamento final para o encontro. Até final de outubro, será feito o lançamento oficial do encontro, com data e local.

CADERNOS DE ESTUDOS PARA AS JUVENTUDES

Com os temas abrangendo, a Bíblia, Espiritualidade, Vocação, Missão e Diaconia, os estudos serão enviados para as Dioceses e Distrito Missionário com o objetivo de serem utilizados como um elo de unidade da juventude nas suas diversas formas de expressão, e servirão de preparo para os nossos jovens até o Encontro Nacional.

DESTAQUES DAS REUNIÕES

Na sexta-feira (03) o GT teve a oportunidade de participar de uma vídeo conferência com o Bispo Primaz Dom Francisco de Assis (Santa Maria/RS) e com o Secretário Geral Reverendo Arthur Cavalcante (São Paulo/SP) que puderam ouvir as novas propostas do GT e também contribuíram com propostas de articulação com instâncias provinciais.

No domingo (05), o GT Juventude acompanhou Dom Mauricio Andrade, Bispo Diocesano da DAB, em sua visita a comunidade da Paroquia do Espírito Santo, Pedregal – Novo Gama/GO. Após a celebração houve um momento de conversa com os jovens da comunidade, e de motivação para o ENUJAB/2015.

NOVA MARCA DA UJAB
AVATAR FANPAGE UJAB

O Conselho Executivo do Sínodo (CEXEC), acolheu a proposta do GT Juventude de uma nova marca que irá simbolizar a União da Juventude Anglicana do Brasil (UJAB). O material foi preparado pelo jovem Darlan Fernandes, membro da Paróquia da Crucifixão/Bagé (DSO), e é formado em publicidade e propaganda.

O QUE É O GT JUVENTUDE?

Este Grupo de Trabalho da Juventude, foi nomeado pelo Bispo Primaz, Dom Francisco Assis, cumprindo uma das recomendações do 32º Sínodo que elegeu a Juventude como uma prioridade na IEAB. O GT é composto por Débora Del Nero – DASP, Dominique Lima – DAR, Revd. Jordan Santos – DSO, Pedro Andrade – DAB e Revda. Tatiana Ribeiro – DAB, coordenadora do Grupo.

O GT Juventude, encerrou o texto de apresentação dos estudos com um desafio a IEAB: “Parafraseando Dom Helder Câmara: “Bem aventurados os jovens que sonham porque correm o doce risco de ver o seu sonho realizado.”

Convidamos você a correr esse doce risco. Sonhe conosco!”

* Reverenda Tatiana Ribeiro, Coordenadora do GT Juventude